Pedidos de recuperação judicial de empresas aumentam em 60%; como isso impacta as companhias e os consumidores?

FONTE: JORNAL TEMPO NOVO

O número de pedidos de recuperação judicial de empresas no Brasil disparou em 2023. Só nos primeiros oito meses do ano, o crescimento foi de 59,6%, em relação ao mesmo período do ano passado. Das 830 requisições feitas à Justiça em 2023, 662 foram aceitas, de acordo com o Indicador de Recuperação Judicial e Falências da Serasa Experian. São processos que impactam não só as companhias, mas também consumidores.

Entre os casos de grande repercussão neste ano estão o da 123 Milhas e o recente pedido da Starbucks do Brasil, com uma dívida de R$ 1,8 bilhão. Houve, ainda, por parte da Justiça, a decretação de falência da livraria Saraiva. O advogado e especialista em Direito Empresarial Roberto Almada, sócio do escritório Bustamante Guaitolini Almada Advogados, explica que a recuperação judicial e a falência são procedimentos do chamado sistema de insolvência empresarial e que há diferenças entre elas.

“Na recuperação judicial, a empresa está em crise, mas tem condições e perspectivas positivas de voltar ao mercado. É um processo complexo no qual a companhia busca consenso e um acordo com os seus credores. Ela precisa apresentar um plano de recuperação que atenda a todas as partes. Já na falência, a empresa não tem possibilidade de voltar ao mercado e os seus ativos serão vendidos para pagamento de dívidas”, diz.

Leia a matéria completa

Compartilhe:
Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp
E-mail
Imprimir

Leia também:

Não há mais espaço para multas tributárias abusivas no Brasil

Edital de Transação PGE/ES nº 02/2025: condições facilitadas para regularização de débitos de ICMS e ITCMD

Impacto do Fator Acidentário de Prevenção (FAP) nos custos empresariais: Saiba como se preparar para 2025